terça-feira, 28 de setembro de 2010

RETA FINAL

Estamos chegando ao grande dia, ao 3 de outubro,data aonde o povo brasileiro irá decidir sobre os seu próximos quatro anos,aonde teremos um(a) novo(a) presidente(a),governadores,senadores,deputados federais e estaduais, isto é o nosso futuro e das gerações seguintes estão nas pontas dos nossos dedos e em nossas consciências.
O que fizermos durante o dia vai refletir e muito nos próximos que virão.
Não deixe-se levar por escândalos de última hora ações de desespero,preste atenção nos debates,não se aliene, e para aqueles que votarão em branco ou anularão o seu voto,me desculpem, mas esta não é a solução para o nosso país,a participação democrática é quando participamos de movimentos e ideologias coerentes com as nossas,expressamos os nossos desejos sem constranger os opostos e principalmente os respeitamos,pois eles têm as suas opiniões e planos,mas temos que dizer que os nossos são melhores que os deles e o por quê e vice-versa.
Aí, cabe ao eleitor decidir por aquele que ele acha mais coerente e capaz, para realizar os desejos e necessidades do seu eleitorado e assim levar o país a um desenvolvimento justo e condizente com a realidade brasileira.
Assim encerro o texto de hoje e pedindo que não se alienem,participem,para depois poderem cobrar e exigir do seu candidato.
César Vieira Thomaz

sábado, 25 de setembro de 2010

A DERROTA EMINENTE

O século inquieto. O Brasil do século XX buscou definir para si um novo perfil. Deixou para trás o imobilismo do império escravocrata que predominou no século XIX. Tornou-se uma sociedade dinâmica. Injusta, mas dinâmica. Buscou despedir-se da chaga da escravidão e das heranças rurais oligárquicas, mas não venceu o coronelismo; proclamou a República, mas não a realizou culturalmente; buscou tornar-se um país urbano industrial, mas não escapou de permanecer uma economia agro-exportadora; buscou tornar-se contemporâneo do mundo, mas arrastou consigo os ossos de instituições e comportamentos herdados dos séculos anteriores; sonhou com a democracia, mas cresceu sob ditaduras; sonhou com a igualdade, mas produziu uma fratura exposta entre os ricos e os pobres; hoje adota o discurso da sustentabilidade socioambiental, mas ainda cresce depredando os recursos naturais.

Nosso povo reencontrou o caminho do desenvolvimento, depois de duas décadas de estagnação, quando derrotou a perspectiva neoliberal nas eleições de 2002 e elegeu, depois de quatro tentativas, o metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República. Não é tarefa simples despedir-se da perspectiva de desmonte do estado que prevaleceu desde a posse de Collor até o final do governo FHC, com o breve intervalo, do governo Itamar. Em uma década estabeleceu-se uma sólida cadeia de interesses econômicos e políticos que moldou uma estratégia de desenvolvimento assentada no mercado – organizada a partir do capital financeiro – que traçou, para o país, um modelo de desenvolvimento em que o Brasil desempenhava um papel subalterno no contexto mundial, um papel de plataforma de exportação, a exemplo do que ocorrera com os tigres asiáticos na década anterior. Tais interesses se organizaram em torno dos partidos conservadores – PSDB e DEM – e dos meios de comunicação que gravitam em torno deles para se opor à nova perspectiva encarnada por Lula e que agora se projeta na candidatura Dilma.

Não é mais possível pensar o Brasil como um tigre asiático, como imaginaram os neoliberais. Economias como Coréia ou Singapura, por mais dinâmicas que sejam não podem servir de modelo para nós. A partir de 2006 essa agenda foi vencida. O Brasil é um gigante, em todos os sentidos, e como gigante dever ser pensado. Coube ao governo do Presidente Lula repor na agenda os desafios para o Brasil voltar a se pensar como nação, e não apenas como mercado. Ou como plataforma de exportação. Tais desafios exigiram novas formulações e a retomada daquilo que Celso Furtado, um dia, chamou de “A Construção Interrompida”. Retomar o desenvolvimento e, ao mesmo tempo, redefini-lo. Recuperar a experiência dos ciclos de desenvolvimento anteriores e superá-las criticamente: crescer, mas crescer com democracia; crescer, mas com inclusão social e combatendo as desigualdades regionais; crescer com base na consolidação de um mercado interno de massas; crescer, mas utilizando racionalmente os recursos naturais, atentos ao compromisso com as gerações futuras.

Oito anos passados, o governo do Presidente Lula, lançou os alicerces para mudar a face do Brasil. Hoje, avançamos as conquistas democráticas; recuperamos o papel do Estado como indutor do processo de desenvolvimento; combatemos a pobreza e incluímos vastos setores sociais ao mercado interno de bens e serviços; democratizamos o acesso aos fundos públicos para amplos setores da sociedade; e afirmamos com altivez e objetividade nossa soberania nas relações com outros países do mundo.

Vencida essa etapa, o futuro imediato nos desafia. O pensamento brasileiro ainda levará algum tempo para decifrar e definir esse fenômeno chamado nova classe média. Mas, para a esquerda, não há grande dificuldade em identificar que o processo conduzido pelo Presidente Lula nos últimos oito anos, que resultou na emergência econômica e social desses trinta e dois milhões de brasileiros, não foi acompanhada por um processo de disputa de valores culturais. Celso Furtado, ele mais uma vez, advertia que a evolução da economia nos dá conta do bem-estar material de uma nação, mas é a cultura que define sua qualidade. Dito de outro modo: não basta crescer, é indispensável incorporar novos valores ao desenvolvimento. Conferir a ele novas dimensões: a proteção e o estímulo a um patrimônio ímpar – nossa diversidade cultural – e incorporar a sustentabilidade socioambiental ao novo ciclo.

Para tanto é necessário definir claramente o papel do Estado como indutor do novo ciclo de desenvolvimento. Não apenas com políticas voltadas para os indispensáveis investimentos em infra-estrutura que garantam a oferta adequada de alimentos e energia para garantir o bem-estar de todos os brasileiros. Não apenas com o aprofundamento das políticas de inclusão social e combate às desigualdades regionais. Mas, também, como condição inseparável da nova qualidade do desenvolvimento, investir na universalização das políticas públicas de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação; nas políticas públicas de Cultura; e à democratização dos meios de comunicação, sem a qual não há política publica de cultura que seja conseqüente.

A perspectiva que se desenha com a vitória de Dilma Rousseff sobre José Serra e seus aliados é que seguiremos aprofundando as conquistas democráticas e populares do governo Lula. Independentemente da vontade desta ou daquela corrente ideológica, nessa nova etapa se montará o cenário da disputa em torno em torno dos valores culturais. De um lado, valores assentados no elitismo, no preconceito, no individualismo, no consumismo estimulado e disseminado pelos meios de comunicação, de outro, valores tão antigos e tão presentes na história humana. Valores permanentes. Contemporâneos: os valores da cidadania portadora de direitos, os valores da proteção social aos mais frágeis, os valores da solidariedade, da tolerância cultural com as diferenças e com os diferentes, da utilização racional dos recursos naturais, os valores da soberania e da paz.

Mas, tais valores, não serão tratados abstratamente, nessa disputa. Serão materializados em políticas públicas. Dito de outro modo, vão demandar reformas no estado brasileiro que permitam acesso aos fundos públicos por amplos e novos setores sociais. Os orçamentos públicos, no Brasil, foram historicamente mantidos sob monopólio pelos segmentos mais ricos da população. Esse monopólio se rompeu com o governo do Presidente Lula. Trata-se agora de construir, consolidar e institucionalizar critérios republicanos de gestão e romper definitivamente com a cultura oligárquica que herdamos. Na sua forma tradicional (DEM) ou na sua forma pretensamente “moderna” (PSDB). Os claros sinais de desespero da direita nessas últimas semanas de campanha eleitoral significam basicamente que se encerra um ciclo no longo e penoso processo da transição democrática da sociedade brasileira. A ditadura foi derrotada pelo povo nas ruas. A agenda neoliberal está sendo vencida no voto.

Pedro Tierra (Hamilton Pereira) é membro do Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

LIBERDADE DE ESCOLHA

A livre iniciativa deveria ser assegurada ao cidadão, mas existe algo que  literalmente limita a expressão de sua vontade e opção política é a tendência de rotulagem do mesmo.
O que é isto? Simples e sutilmente o cidadão é classificado por suas opções e convicções partidárias, onde a vida humana é colocada aquém das convicções onde se um profissional é do partido X os militantes de Y não irão em seu local de trabalho.
Que coisa mais arcaica, onde está o princípio da democracia, onde a luta das ideologias se limitaria ao embate político, mas não, temos uma reedição da história de Romeu e Julieta, um amor impedido pelas divergências políticas e familiares culminou com a morte dos seus principais personagens.
Isto já acabou com o futuro de muitas comunidades e irá acabar com muitas outras, onde o consenso, a coalisão de ideias e bem estar comum ,é muito mais importante do que o individualismo e o egocentrismo político, pois as nossas eleições hoje, não são mais um banco de ideias e sim um trabalho de achar e buscar defeitos em seus concorrentes e não em buscarem soluções sensatas para as mazelas sociais e necessidades do eleitor.
Por isso, vamos exercer a verdadeira democracia, vamos colocar ideias em prática sem que os ideais se sobreponham ao bom senso e ao bem estar comum, e vamos pensar em uma política mais sensata e construtiva.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

viva a democracia!

Viva a democracia! Viva o regime em que a livre manifestação das idéias e do pensamento da sociedade constitui direito inalienável de todas as pessoas! Enquanto a democracia estiver respirando, o contraditório, o questionar e, sobretudo, as críticas necessárias para correções de rumos governamentais, serão bemvindos, até porque vão fortalecê-la e lançar a luz nas confrontações de idéias e projetos, endossando ou reprovando o desempenho daqueles que exercem mandato.

Muito aprendemos com esse processo. Mas, lamentavelmente, há um contexto em que, pela grosseria ilimitada e pela verborragia chula, resvalando no acinte pessoal, algumas lideranças políticas - atoladas na falta de discursos, de programas e, portanto, de perspectivas eleitorais - trocam a planície do embate democrático e saudável pelo subterrâneo escuro do preconceito, da truculência e até mesmo do golpismo.

Ainda bem que o grau de amadurecimento da sociedade brasileira deixou nas calendas do passado o tempo em que bastava um assovio na porta dos quartéis para deixar as tropas militares em estado de alerta. O Partido dos Trabalhadores, ao perder três eleições presidenciais com Lula, e mesmo prejudicado por manipulações grosseiras e covardes, jamais deixou de creditar legalidade aos pleitos realizados e reafirmar seu compromisso com a ordem democrática.

Naqueles dias, para os que festejavam as sucessivas derrotas de Lula, as instituições em nosso país, funcionavam de forma positiva e soberana, tal qual um relógio suíço. Hoje, porém, a conveniência tucano-demista quer de todas as formas deslegitimar a vitória iminente e inconteste de Dilma Rousseff. Na disputa política, as oposições expressam nervosismo ao verem frustradas as expectativas que nutriam por uma atuação desastrosa da candidata petista. Assim, na bacia das almas, em derradeiras tentativas de evitar uma derrota acachapante, apelam para o terror e o medo, consorciando suas ações com os grande meios de comunicações do País. Ousam, dizer , ameaçadores, que a democracia em nosso país corre perigo.

Ora, a democracia não pode ser responsabilizada pela escolha errada do PSDB ou pelos equívocos na condução de seu processo interno, como foi o caso da sagração de um anti-vice, ou ainda por Serra, de forma deliberada e por orientação de marketing, ter escondido seu grande líder FHC e “paparicado” Lula, ela, não pode ser responsabilizada pela falta de democracia interna, pela falta de compromissos programáticos, e pelo flagrante isolamento social em que os tucanos estão submetidos.

A rigor, a única aliança que lhes restam é com a mídia corporativa que, com sua linha editorial, e suas matérias feitas sob encomenda, tenta infantilizar a sociedade brasileira. Nessa visão, parcial e engessada basta o monocórdio de noticias negativas contra Dilma e o PT para tornar possível o segundo turno. Esse filme vem sendo exibido à exaustão, todos os dias úteis e feriados, na tevê nos jornais durante os sete anos e meio de governo Lula. De tão velho e repetido, a platéia, a sociedade, já nem presta atenção aos personagens do dramalhão.

Há tempos existe uma sintonia fina entre o discurso tucano e as manchetes da chamada grande imprensa. O raciocínio é simples: os tucanos (do PSDB) e demistas (do DEM) sonham repetir a fórmula de 2006. A grande verdade é que as oposições diagnosticaram de forma equivocada as ações do governo Lula. Para elas, seriam meras obras de ficção conquistas do governo Lula como o PAC, o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa-Família, o Prouni, a geração de milhões de empregos, o plano de combate à crise mundial, a recuperação da indústria naval, a liquidação da dívida externa, o resgate da auto-estima do povo e tantas outras iniciativas. A similaridade entre o grau de satisfação/aprovação do governo Lula e a intenção de votos apurada pelos institutos de pesquisa em favor de Dilma, confirmam cabalmente os equívocos que jogaram a campanha de Serra nesse labirinto sem saída.

Para ter maior (ou melhor) condição de competitividade nestas eleições a oposição teria que se mostrar mais competente, profissional, arrojada, coesa, convincente. A campanha de Serra contrariou tudo isso, atraindo para si o que eles desejavam para a Dilma. Não se pode culpar Lula e Dilma pelo malogro dos adversários. Envolvida por um verdadeiro apagão político e estratégico, a oposição não conseguiu promover um embate eleitoral denso e caudaloso, nem sequer apresentou projetos e propostas para o País. Infelizmente a coligação de tucanos e demistas adernou, enveredou-se e se perdeu na raia miúda dos factóides e do denuncismo para tentar vencer a qualquer preço, inclusive, utiliza-se fartamente desses “pseudos escândalos” para esconder a sua incompetência. A continuar assim, nem o famoso colete de Alkimin estampado com as marcas das estatais, Serra terá condições de usar. Deprimente.

Marcos Alex Azevedo de Melo

domingo, 12 de setembro de 2010

Tiro no Pé

O Brasil inteiro foi martelado, nas últimas semanas, por nomes como Atella, Adeilda, Ademir e outros menos citados, todos em meio aos seus 15 minutos de fama, engolfados pelo episódio da quebra de sigilo de notáveis do PSDB e da filha do candidato José Serra. Dia e noite alimentam o tropel dos jornalões e TVs. Mas o Brasil pouco sabe do sargento César Rodrigues de Carvalho. Ele não serve a uma campanha, mas deveria, ao menos, servir ao jornalismo. Até isso, porém, tem lhe sido ofertado com parcimônia. Carvalho promete uma história e tanto, mas a mídia nacional faz de conta que ele não existe.




A explicação é simples. O desconhecido Carvalho não escalou os píncaros porque não leva comida à boca da gorda ofensiva contra Dilma Roussef. Ao contrário, subtrai do PSDB a passageira retórica da moral e dos bons costumes políticos. Porque flagra os tucanos fazendo exatamente aquilo que os tucanos dizem que seus adversários fazem.



Aos fatos: o sargento César Rodrigues de Carvalho, lotado na sede do governo do Rio Grande do Sul, sob gestão da governadora Yeda Crusius há quatro anos, usou o privativo Sistema Consultas Integradas para espionar políticos, delegados, jornalistas, militares e advogados. De posse de uma senha, escarafunchava a trajetória da vítima e de seus parentes. O Ministério Público Estadual calcula que, desde 2009, o militar realizou 10.000 consultas, legais ou não.



Carvalho espionou o ex-ministro Tarso Genro (PT), titular de quatro pastas durante o Governo Lula, hoje líder de todas as pesquisas para o governo gaúcho e adversário da governadora e chefe de Carvalho na mesma disputa. Ele ainda devassou informações confidenciais do Partido dos Trabalhadores. O que falta para produzir um estardalhaço? Nada, porém há mais.



Carvalho também acessou dados do senador Sérgio Zambiasi (PTB), um aliado informal de Tarso; da deputada Stela Farias (PT), presidente da CPI da Corrupção que investigou o desvio de dinheiro público no governo do PSDB; do ex-deputado Flávio Koutzii (PT), um dos coordenadores da campanha estadual do PT; de dois deputados do PTB e do ex-vice-prefeito de Porto Alegre, Eliseu Santos, assassinado em fevereiro deste ano. Bisbilhotou até mesmo sua chefe, o que veio a calhar para o Jornal Nacional, da TV Globo – em cândida matéria, quatro dias depois do tema bombar na blogosfera – aninhar o PSDB na condição pitoresca de vítima da sua própria arapongagem!



O sargento não é o primeiro espião flagrado utilizando o sistema implantado no Palácio Piratini para fins diversos dos legais. Em 2009, o chefe de gabinete de Yeda, Ricardo Lied, foi acusado de esquadrinhar a vida pregressa de adversários. A denúncia partiu do próprio ouvidor da Segurança Pública do estado. Prestigiado por Yeda, Lied permaneceu no cargo, o ouvidor foi exonerado e tudo ficou como antes no quartel de abrantes. Com a complacência e o silêncio obsequioso da mídia.



Carvalho está preso. A polícia atirou no que viu e acertou no que não viu: chegou ao funcionário de Yeda Crusius através de uma denúncia feita por um dono de bingo a quem o sargento extorquia. Depois, percebeu-se que a encrenca era de outra grandeza. O promotor de Justiça Amílcar Macedo sabe que o sargento não bisbilhotou os dados dos políticos por conta própria. Carvalho já avisou que recebia ordens. Além do sargento, estão sob investigação dois militares e dois civis, todos ligados ao governo do PSDB. Assunto não falta. O que falta é imprensa.



Por Ayrton Centeno - Brasília Confidencial
 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Campanha ou marketing?

É de notória publicidade os fatos que ocorrem durante uma campanha eleitoral, mas será que a preocupação maior é o bom marketing ou um conjunto de propostas coesas e e bem embasadas?
Hoje em dia, o marketing é a base das relações,da vida e de tudo o que nos cerca, mas o até aonde o tendencialismo irá nos orientar,ou simplesmente mandar em nossas vidas?
Temos que nos precaver dos marqueteiros de plantão que tentam dissuadir a população de seus ideais e de um futuro melhor, plantando noticias espalhafatosas e que roubam o foco original da eleição.
Sendo assim, se algum candidato não têm propostas coerentes e de aplicação efetiva,ele fatalmente tentará ganhar tempo abalando o processo eleitoral e criando assim um clima de desconfiança geral que com certeza abalará muito sua candidatura do que o seu opositor.
Cuidem e mantenham a democracia viva em nosso país!

Até a Próxima

terça-feira, 7 de setembro de 2010

FORMANDO OPINIÕES

Afinal o que é opinião pública? Qual é o papel da grande mídia na sua formação? Quem são os seus formadores? Qual é o papel da mídia – e, portanto, dos jornalistas – na democracia representativa liberal?




A opinião pública tem sido objeto de estudo e reflexão desde pelo menos o século 18 e, no século 20, passou a fazer parte do debate conceitual e teórico na academia. Mais do que isso, seu significado se tornou objeto da própria disputa política de vez que serve aos interesses privados da grande mídia (a) defini-la como resultado das pesquisas que financia ou faz; (b) atribuir a si mesma o papel de "falar em nome da opinião pública"; e, sobretudo, (c) ser considerada como sua principal formadora.



O que está envolvido em tudo isso, por óbvio, é a disputa pelo poder: o enorme poder de "fazer a cabeça" das pessoas.



Descartada pelo marxismo clássico como falsa consciência e ideologia que mascara o interesse de classe, a opinião pública ocupa um papel central nas chamadas democracias consentidas liberais (G. Sartori), pois é considerada, no plano das idéias, o equivalente ao "preço das mercadorias", uma e outro resultantes da livre competição racional no mercado.



A opinião do cidadão informado e esclarecido surgiria do confronto plural de idéias no processo racional de debate público informado pela mídia. O sujeito da opinião, portanto, não seria o membro alienado de uma "massa", mas o cidadão esclarecido de um "público".



Na perspectiva liberal, caberia à mídia, acima dos interesses em jogo, o papel de fornecer ao público a pluralidade e a diversidade das informações necessárias à formação de sua opinião e, claro, à tomada de decisão política, em geral, e eleitoral, em particular. A liberdade da imprensa seria, portanto, a garantia do fluxo livre de informações, responsável pelo funcionamento do mercado de idéias e, em última instância, da própria democracia representativa

artigo retirado do observatório de imprensa

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Povo Brasileiro

Mais uma vez comemoraremos a independência do Brasil, o sete de setembro, é uma data pomposa,plena em desfiles a declarações de amor á pátria,mas até aonde somos patriotas?


Ao chegarmos a proximidade da data,o sentimento patriota e o amor pelo verde amarelo começam a aflorar em nossas mentes e o orgulho em sermos brasileiros também,mas ser brasileiro, o que é?

Óbvio, é todo aquele que nasceu em território brasileiro,ou seja aquele brasileiro nato ou o que se naturalizou,mas sermos brasileiros é algo maior, que transcende de um simples documento que diz aonde você nasceu ou optou por viver, é um sentimento que carregamos por toda vida, aonde quer que vamos,como por exemplo, basta estarmos fora do nosso país, que ao ouvirmos a melódica língua pátria,já nos sentimos irmãos daquele que as pronuncia e numa comunhão fraternal unimo-nos á eles.

É, o brasileiro é um ser estranho,sofre,suplica,padece em intermináveis filas e entraves burocráticos,vive uma relação de amor e ódio com o seu país, faz de tudo para ir morar longe dele e quando está lá fora, faz de tudo para lembrar com um saudosismo quase apocalíptico,pois os últimos dias, quer viver junto as areias de Copacabana ou subindo as ladeiras do pelourinho.

Povo estranho, que talvez por suas raízes tão ecléticas,se adapte tão bem as mais variadas situações,jamais sucumbe aos percalços da vida e busca sempre um futuro melhor para os seus,custe o que custar e as vezes,o preço é alto e nem sempre vale a pena pagarmos, pois muitas vezes a solução é baratíssima e está perto de nós,sem que necessitemos sair de perto daqueles que tanto amamos e dedicamos cada amanhecer á eles

Mas por falar em preço,qual é o preço do seu futuro?

E qual é o preço do futuro da sua comunidade?

Pensemos nestes dois tópicos pois este será o tema das postagens desta semana em que comemoramos a independência de um país que ainda democraticamente é uma criança e que precisa ser educado para poder gerir a sua própria liberdade de escolha e estruturar o seu futuro de forma digna e sensata.



Um abraço e até a próxima postagem.

sábado, 4 de setembro de 2010

CPI DE HUMAITÁ

Finalmente saiu a comissão de CPI da Câmara de Vereadores do município de Humaitá e será composta por:

Vereador Paulo Schwade - presidente da comissão
Vereadora Dalva de Azevedo- relatora
Vereador Ireno Braun - secretário

Agora o papel do povo é essencial,acompanhem,cobrem e principalmente não deixem tudo acabar em pizza!

Como diria Cid Moreira,
ESTAMOS DE OLHO!

Um forte abraço e até a próxima

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Link para IBOPE

Combustível

Não quero ser considerado um agitador ou um forte candidato a Mártir, mas nos meus textos,coloco todo o sentimento de revolta que sinto ao ver fatos repugnantes realizados por párias da sociedade nos mais diferentes níveis dos poderes legislativo e executivo.


E cobro dos eleitores, que façam cumprir os poderes que outorgaram aos seus eleitos, ou seja, que cobrem,exijam,façam cumprir a lei e seus direitos.

Se apenas um dos 257 visitantes que eu tive em duas semanas neste blog,se sentir que “mexido” pelas minhas idéias, já me sentirei satisfeito, e este será o meu combustível e por sentir uma ligação muito forte com cada pessoa que lê os meus textos e os que esporadicamente posto, sempre estarei fazendo o possível para que a vida política não se baseie em cada eleição e só e sim a cada dia que amanhece.



Muito obrigado pelos comentários e as visitas.



César Thomaz

PROMESSAS E COMPROMISSOS

Meus leitores,


Sempre é bom acreditarmos em nossos objetivos e neles dedicarmos todas as nossas energias para que ao final do caminho olharmos para trás e vermos que a nossa meta foi cumprida, e o meu objetivo era o de colocar este blog no ar, com espaço para opiniões,discussões e principalmente soluções,que mesmo que não postas em prática,saberemos que lutamos para que elas ficassem públicas e a disposição de quem quiser utilizá-las.

Pois para quem quer ajudar, o altruísmo e o egocentrismo terão que ser deixados de lado,pois toda a pessoa que quer ser pública e ocupar uma vaga seja no executivo ou no legislativo têm que compreender que não poderá pensar em si só e agora ele é um representante de uma coletividade e tem que agir em nome dela,pois possui um mandato eletivo que deve ser cumprido á risca.

Aos que estão concorrendo e aos que pretendem concorrer ,um recado, são muito bons o prestígio e os deleites da vida política, mas não se esqueçam que aquele que vos ajudou a chegar ao cargo que almejaste,está lá aguardando o cumprimento do seu plano de governo,as suas promessas,as melhorias que humildemente ele espera,mesmo que você pense que a memória do povo é curta, ele irá se lembrar e com certeza irá te cobrar,então faça promessas tangíveis,realizáveis,chega de política utópica, mais emprego e saúde são promessas que já cansamos de ouvir e não vermos realizadas (salvo em caso de criação mágica de CC´S e FG´S).

E vamos parar com a história de jogar a culpa sempre na oposição,pois não podemos delegar a nossa incapacidade aos outros, temos que possuir humildade suficiente para assumirmos os nossos erros e buscar o acerto em prol do cidadão, que é aquele que pode perder ou ganhar tudo o que necessita para viver em um simples riscar de uma caneta.

E uma caneta nos garantiu ontem a garantia de expressarmos as nossas idéias nos meios de comunicação,pois o STF,garantiu o que já estava escrito na nossa Constituição.

E para reforçar,farei aqui a transliteração do artigo 220 da Carta Magna de nosso país:

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§ 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV .

§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Assim sendo, comentem sem medo ,coloquem as suas opiniões e faremos deste e de vários outros blogs,jornais e demais veículos de comunicação,ferramentas para a construção de uma verdadeira democracia.



Um forte abraço e até mais.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DOURADOS BRILHA EM REDE NACIONAL

Prezados leitores,


Novamente os escândalos políticos imperam em nossos noticiários, desta vez podemos utilizar uma manchete bem condizente, “ A CIDADE DE DOURADOS BRILHA NOS NOTICIÁRIOS”, um desrespeito ao bom senso e ao voto de cada um de seus eleitores e assim, a classe política é execrada novamente, prejudicando a imagem daqueles que lutam com dignidade em prol dos interesses da população.

A maracutaia tomou conta de todos os níveis administrativos, pois quando o prefeito está impossibilitado de comandar, o vice assume,se o vice não puder, o presidente da câmara assume, mas neste caso em particular, todos foram presos, portanto, momentaneamente a cidade está sem comando.

Esta é a vergonha exposta á todos, e por que isto ocorre?

Simples, o povo têm memória curta e as manobras para que tudo acabe em pizza são ardilosas e acabam tendo efeito, por isso,fatos vergonhosos e repugnantes como este ocorrem no dia a dia brasileiro, e nós todos somos culpados disto, pois nos acomodamos e deixamos que estes párias decidam quando,quanto e como vão ganhar com o superfaturamento das licitações e assemelhadas.

Chega disto,é uma vergonha para todos os cidadãos.

Por falar nisto,ao conversar com um provável palestrante, ele me perguntou aonde se localizava a cidade de Humaitá, eu lhe respondi no noroeste do estado do RS, então, ele me questionou; Por acaso não é aquela cidade da venda dos certificados ?

Este é o ônus que temos que pagar,ao invés de sermos lembrados pela beleza ou pelo potencial de crescimento, somos lembrados pela maracutaia e a falta de vergonha dos outros.

Até a próxima.